Recordava-se com carinho dos dias em que desmontava sistemas elétricos de brinquedos, alimentando sua imaginação para criar algo novo, como um robô que habitava apenas nos seus sonhos infantis. O jardim era seu refúgio, onde mergulhava na terra em busca de novas possibilidades, sempre pronto para dar vida a suas ideias.
A criatividade era seu motor, cada objeto ao seu redor era uma tela em branco, pronta para ser preenchida com suas ideias mais mirabolantes. Não havia limites para sua imaginação; ele via oportunidades onde outros viam apenas obstáculos.
E assim seguia sua jornada, um eterno inventor de mundos, moldando seu ambiente de acordo com sua visão singular, porque para ele, criar era mais do que um passatempo; era uma forma de existir, de deixar sua marca no mundo, uma obra de arte em constante evolução, alimentada pela força imparável de sua criatividade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Opine sempre.