Por vezes, podemos nos encontrar em uma encruzilhada, hesitantes diante das escolhas que se apresentam diante de nós. Talvez até agora isso tenha escapado à sua percepção, mas permita-me oferecer uma perspectiva: quando nos recusamos a tomar uma decisão, de certo modo, estamos delegando essa responsabilidade ao destino, permitindo que as circunstâncias ou outras pessoas determinem nosso caminho.
Eu acho que é essencial compreender que a inação não nos isenta das consequências. Mesmo ao evitarmos escolher, estamos, de fato, fazendo uma escolha passiva, e ainda assim, teremos que enfrentar as ramificações dessa omissão, mesmo que não tenhamos desejado isso.
Assim, minha sugestão é clara: assuma o controle, posicione-se e tome as rédeas das tuas decisões. É preferível agir e dividir as responsabilidades do que permanecer estagnado e enfrentar as consequências sozinho. Lembre-se: um vaso rachado pode ser reparado, mas um completamente quebrado é irreparável. E, no jogo da confiança, ninguém deposita sua fé naquele que se mostra incapaz de decidir e agir.
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