quarta-feira, 27 de maio de 2015

Reencontro...

O tempo passa e às vezes não nos damos conta de algumas coisas que parecem pequenas, mas na verdade possuem um valor inestimável.
Por exemplo, quando o pai e mãe saem para procurar uma escola, a gente ainda não sabe que eles saíram, na verdade, para procurar nossa segunda casa.
Aconchego, segurança, harmonia, alegria são qualidades fundamentais exigidas para aquele lugar onde passaremos uma boa parte da nossa vida.
E a quem eles nos entregarão? Claro, as exigências não param só numa estrutura, vão além, eles se deparam então com a necessidade de que nós, seus filhos, sejamos entregues a pessoas sorridentes, responsáveis, sábias, na ânsia de ver no professor, o modelo a ser seguido por seus bens mais preciosos.
O primeiro dia de aula, o primeiro encontro de muitos outros encontros. Aí começa a caminhada de brincadeiras, brinquedos, tombos e saltos... de amigos, amizades... de novidades, descobertas... erros e acertos... lutas e vitórias...
São encontros diários do professor com o aluno, do aluno com o colega, dos dois com o Conhecimento, do Conhecimento com a vida, da vida com a felicidade, da felicidade com a gente.
Encontro com os cálculos, equações, orações subordinadas, com o Descobrimento do Brasil, com células e corpo humano, verbo To be, com o buenos dias e buenas tardes, com a migração e imigração, polichinelos e Van Gouch...
E todo esse trajeto de anos, não pode cair no esquecimento. Não pode ser deixado para trás.
Precisamos Reencontrar nossa história.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Vamos confiar no tempo!

A vida é assim: efêmera. Tudo acontece e tudo deixa de acontecer. As pessoas mudam e outras param de mudar. As que mudam se renovam, transformam-se, as que param de mudar se apegam a uma história que deixou de acontecer, na esperança de que ela continue acontecendo.  É um movimento de ir e vir, de vir e ir, de ficar e partir, de partir e ficar.

É aí que entra o tempo, aliás poderoso tempo. Você pode parar, no entanto o tempo não para. Ele continua sem dó. Passa por cima de você como um rolo compressor e sabe o que fica? Quase nada. O tempo é cruel por cauda disso? Não.  Ele só está ajudando,  pois sabe mais que ninguém que não se pode parar e permanecer o mesmo. Por isso, ele destrói para que a gente se reconstrua de alguma maneira em algum momento dentro do nosso espaço de existência.

Vamos confiar no tempo!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Ah! O sol. Ele aparece todos os dias.
Brilhando imensamente radiante
Escondido tímido atrás das nuvens de um dia cinzento
Não importa como, ele aparece.
E sabe de uma coisa, ele nunca deixa de ser o astro Rei.


Thiago Saveda